terça-feira, 9 de agosto de 2016

10. Pequenas Violências - Silenciosas e Cotidianas

Peça em cartaz no Sesc Bom Retiro. O texto parte de um fato corriqueiro e aparentemente sem maior gravidade: um atropelamento no qual não há vitimas fatais. A partir do olhar de diferentes testemunhas desse acidente a trama evolui como um quebra-cabeça, e acaba revelando que por detrás desse acontecimento “banal” algo mais terrível está para ocorrer.  
Com Cia de Teatro di Stravaganza.

Quando: sábado dia 13/08 às 21:00 hrs e domingo dia 14/08 às 18:00 hrs.



segunda-feira, 8 de agosto de 2016

9. Lemonade (2016)

Lemonade é o sexto álbum de estúdio de Beyoncé. Segundo Joanna Burigo, em texto publicado no Portal Geledés, "Com Lemonade, Beyonce faz do limão um coquetel molotov"

Leia a matéria completa em: Com Lemonade, Beyonce faz do limão um coquetel molotov - Geledés http://www.geledes.org.br/com-lemonade-beyonce-faz-do-limao-um-coquetel-molotov/#ixzz4GmQbZJDM 
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Façam seus comentários até o dia 21/08.


8. A Marcha fúnebre prossegue (2001)

A Marcha fúnebre prossegue (2001) é o quarto álbum do grupo de rap paulistano "Facção Central". Com letras que tematizam de forma extrema a violência, o grupo foi acusado pelo ministério público de São Paulo de fazer apologia da violência, especialmente após o lançamento do clipe "Isso aqui é uma guerra" do álbum Versos Sangrentos de 1999. O álbum de 2001 começa com uma resposta a essa acusação.

01. Introdução - 0:00
02. Dia Comum -
1:14
03. A Guerra não vai acabar -
3:29
04. A marcha fúnebre prossegue -
8:00
05. Aqui são teus cães -
13:13
06. Desculpa Mãe -
17:51
07. Sei que os ´porcos querem meu caixão -
23:44
08. O show começa agora
28:04
09. Tensão -
33:42
10. De encontro à morte -
38:18
11. Eu tô fazendo o que o sistema quer -
43:25
12. Discurso ou Revólver -
48:15
13. Sem luz no fim do túnel -
53:15
14. Apologia ao Crime -
57:57
15. Justiça com as próprias mãos
1:03:10
16. A paz está morta
1:08:26


Eduardo, compositor principal do grupo, também é autor do livro A guerra não declarada na visão de um favelado. São Paulo: Carlos Eduardo Taddeo, 2012.


Façam seus comentários até o dia 21/08/2016.



quinta-feira, 28 de julho de 2016

7. Sem pena

"Nenhuma população carcerária cresce na velocidade da brasileira, que já é a terceira maior do mundo. Sem Pena desce ao inferno da vida nas prisões brasileiras para expor as entranhas do sistema de justiça do país, demonstrando como morosidade, preconceito e a cultura do medo só fazem ampliar a violência e o abismo social existente".

Direção e montagem: Eugenio Puppo

http://www.sempena.com.br/

Façam seus comentários até 15/08


quinta-feira, 21 de julho de 2016

Suspensão da aula de hoje

Caras e caros,

Infelizmente teremos que suspender a aula de hoje, pois tive um imprevisto que me impossibilitará de chegar a tempo em SBC. Peço desculpas.
O cronograma dos seminários será alterado, ficando a apresentação desta semana adiada para semana que vem e assim sucessivamente.
Aproveitem este tempo para consultar o material da postagem 6.

Atenciosamente.

terça-feira, 19 de julho de 2016

6. Violência policial

O tema da violência policial será especialmente abordado na aula desta semana e para isso sugiro a consulta ao material presente no link abaixo:

Violência policial: uso e abuso

Façam seus comentários a partir de pelo menos um dos artigos ou de algum dos debates em vídeo (até o dia 10/08).


Delinquência e ilegalidade

A aula desta semana terá como tema a gestão dos ilegalismos, conforme a proposta de Foucault apresentada em seu livro Vigiar e Punir: “A penalidade seria então uma maneira de gerir as ilegalidades, de riscar limites de tolerância, de dar terreno a alguns, de fazer pressão sobre outros, de excluir uma parte, de tornar útil outra, de neutralizar estes, de tirar proveito daqueles. Em resumo, a penalidade não 'reprimiria' pura e simplesmente as ilegalidades; ela as 'diferenciaria', faria sua 'economia geral'”.

Para expor essa perspectiva, utilizarei a tese da professora Alessandra Teixeira da UFABC sobre a gestão dos ilegalismos no Brasil contemporâneo.

Link para a tese da professora: